Recomende-me leituras, PORRA!

Com a correria do trabalho, nem me lembro mais quando foi a última vez que parei para ler alguma coisa de livre e espontânea vontade…nem mesmo as Rolling Stone, que compro mensalmente, religiosamente, eu consigo ler (as capas de Pedro Bial, Claudia Leite, Jimmy Hendrix e Black Eyed Peas ainda estão na minha estante, fechadas).

Pensando nisso, decidi passar a bola para você, leitor: recomende-me uma leitura. Qualquer uma, ou várias. Qualquer assunto. Entretenimento, tecnologia, internet – qualquer coisa eu tô aceitando. Você acha um blog interessante? Divulgue-o para mim, sim (N.E. se você divulgar o SEU blog ou me vier com coisa de games, desejarei arduamente a sua morte). Quero coisas que vocês lêem…que você param, olham e dizem “Putz, interessante…”.

Use o espaço dos comentários, sim?

EDGE (finalmente!) chega ao Brasil

Sei que é meu concorrente, mas não posso deixar de reconhecer o mérito da Editora Europa em licenciar a EDGE para o mercado brasileiro de games. Mais ainda, em produzir, sob um nome tão forte, matérias voltadas ao mercado nacional, feita pela equipe daqui. Não vou dar muitos detalhes – o Petró, editor da Gamemaster e que vai assumir a EDGE junto de Fábio Santana, deu uma entrevista ao Gamer.br, do grão-mestre Pablo Miyazawa, então você pode conferir maiores informações com ele.

Mas devo dizer que fiquei interessado: a promoção de lançamento para assinatura da revista é de 67% de desconto. De quase R$ 130,00, uma assinatura anual vai ficar por menos de R$60,00 – e para quem é mais mão-de-vaca, esses sessentinhas são parceláveis. Clique aqui pra confirmar, se você duvida de mim (descarado filho de uma vaca).

É a segunda revista da Editora Europa que me desperta vontade de assinar (a outra é a www.com.br, do Mário Fittipaldi). Vou ver isso com mais atenção…

Capa (provisória) da versão brasileira da EDGE

Capa (provisória) da versão brasileira da EDGE

Rolling Stone #31 nas bancas com duas capas, e minha carteira fica mais magra

A corrida para deixar o Arbulu mais pobre (re)começou: a edição de abril da revista Rolling Stone Brasil – a trigésima-primeira – chegou às bancas em algum dia recente que eu provavelmente perdi, em edição para colecionadores fanáticos: duas capas, ambas com Kurt Cobain. Tudo bem, eu também achei chato o fato da matéria de capa estar relacionada com uma entrevista que a nave-mãe gringa fez com o falecido vocalista do Nirvana anos atrás, mas a ocasião pede: já se vão uns bons 15 anos desde que ele morreu.

Enquanto o Pablo não me descola uns freelas na revista Enquanto o meu nome não assinar alguma coisa nessa revista, ela ainda será nota 9,5 (olha como eu me subvalorizo: só valho 0,5!). Já dei uma folheada – na coluna do Miguel Sokol, mais precisamente – e vi coisas que dizem (des)respeito ao Los Hermanos, além das velhas dicas de cultura, moda e vestuário. Fiquei besta ao ver entrevistas rápidas com Lemmy Kilmister (vocalista do Motörhead) e Hugh “Wolverine” Jackman, prova de que a coisa também rola por aqui. Start taking notes, gringos!

Além disso, temos matérias sobre o renascimento de Fernando Collor de Mello, segredos da Amazônia em épocas remotas, e o esperado Guia, com análise de filmes, shows, games etc. Já está nas bancas: R$ 8,90 por capa. [DICA: A capa mais escura é a mais legal!]

Dia D…

E lá se vai mais um dia na redação da Futuro Comunicações. E olha que hoje foi cheio. Não que os outros dias não o sejam, mas esse…

Bom, dia de fechamento já é suficiente pra que alguns entendam do que eu estou falando. Hoje, eu deveria estar integralmente ligado àquela novidade da qual ainda não vou falar (pelo menos, até EU julgar cabível, ou seja, quando suas unhas não existirem e seus dedos estarem em carne viva), mas tive de dividir minhas responsabilidades para ajudar o coitado do Farah com o fechamento da EGM, já que o coitado estava perdendo cabelos de tanta preocupação (eu bem que notei que suas madeixas andam diminuindo…). Aliás, a imagem daí de cima é a mesa dele, retirada diretamente do Blog da EGM Brasil.

E tome print na cabeça. Revisando as páginas já diagramadas, comparando com os textos impressos originais, achando pequenos erros e fazendo indicações à caneta em papéis escuros, onde essas anotações mal aparecem (foi mal, povo da arte!).
Mas quer saber? Posso dizer que o dia de hoje rendeu horrores. Mudei de sala, agora sentando de frente para um amável psicótico que, entre um comentário e outro, constitui uma playlist inusitada, indo de Reginaldo Rossi, passando por RBD e indo até KISS (enfatizando que Paul Stanley é gay!).

Amanhã, ESPERO poder dar continuidade e total atenção à minha missão prioritária: AQUELA NOVIDADE (palavras de André Forastieri, um dos chefões). Aliás, apareceu um carinha aqui hoje, que foi apresentado à toda redação, e quando chegou na minha vez de cumprimentá-lo, fui apresentado como “editor do ‘aquela novidade’” (sic)*.

Bom, vou-me vazando. Amanhã tem mais!

*P.S.: Vocês acharam mesmo que eu iria dar mancada de dizer qual é a tal novidade? Já poderia ter feito isso, mas gosto de brincar com meus leitores ocasionais…nem que para isso eu apele para erros de ortografia!