Novo trailer de Bayonetta revive meu carinho pela SEGA

Depois da derrocada do Dreamcast, nada mais que tivesse a mão da SEGA conseguia chamar a minha atenção. Com exceção de Yakuza, a ex-maior concorrente da Nintendo conseguia cagar em qualquer projeto desde o início. A prova disso está aqui e aqui. Agora, ISSO AQUI definitivamente prende meus olhos: acho que o dedo do criador de Devil May Cry faz maravilhas, no bom sentido quando alguma piadinha conter na mesma frase o meu nome e o “dedo”. Definitivamente esperando esse jogo…

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Enquanto isso, no Brasil…

Eu tinha certeza absoluta de que a proibição de Bully ganharia projeção internacional altamente prejudicial para o Brasil. Nem vou entrar (de novo) nas quimeras da imbecilidade que são nossas autoridades políticas. Ao invés disso, irei mostrar aqui os resultados de suas atitudes vergonhosas.

A notícia da proibição do título da juventude transviada no Brasil foi noticiada pelo Gamespot, um dos portais mais conceituados do gênero de games. Seguem as declarações de alguns dos usuários do site:

“Wooow, com uma enorme indústria de pornografia e drogas, eles proíbem ISSO?!?”

“iria comentar…..não consigo…parar de…rir…”

“Nem mesmo nós tivemos essa proibição aqui na Austrália.”

“Não é só engraçado por não ter sido banido em nenhum outro lugar, mas o fato de ser proibido no Brasil é simplesmente hilário. Não dá para ser mais hipócrita que isso…”

“Cristo, o que é necessário para não ser proibido no Brasil?”

“Bom, agora dá para ver como o prospecto da existência de uma escola seria ofensivo àquele país”

“Em um país cheio de festivais e praias com topless, drogas e indústria sexual, Brasil realmente é um país onde tudo parece valer”

Eu não vou dizer nomes de usuários quanto às frases acima, mas a última afirmação não é comentário de usuário. É parte do texto que compõe a matéria. Para um portal de notícias internacional, seja de games, novelas, boliche, ou qualquer outro tema, dizer isso do nosso país, é no mínimo o cúmulo do ridículo. O pior é que, por mais que defenda e me afirme contra metade das coisas que foram ditas, concordo quanto à hipocrisia e a falta de bom senso de nossos governantes.

As palavras falam por si. Por que não experimentam, nem que por uma única vez, virar seus olhos e sua atenção para onde realmente temos problemas?

Ouvindo: Termination Bliss

Já faz um bom tempo que venho ouvindo Deathstars. Conheci a banda graças à um clipe que vi na PlayTV! (ex-Canal 21, ironicamente situado no canal 21), da música Cyanide, a melhor faixa desse álbum.

Os caras não são assim tão grandes no mainstream, mas na Suécia, onde estão enraizadas suas origens, eles têm um hype grande o suficiente para ser comparado ao dos emos aqui no Brasil. Isso se dá pelo fato da banda ser quase que inteiramente montada pelo falecido conjunto de heavy metal Swordmaster.
Mas as alusões param por aí, já que Deathstars puxa para um lado bem mais gótico que os miguxos chorosos. O metal industrial é um rótulo recente, e na música apresentada por essa banda, dá para entender o porque dele ter esse nome. A mistura das guitarras pesadas e oscilações eletrônicas dão um aspecto bastante dark, perfeitamente cabível ao conjunto.

O CD anterior, Synthetic Generation gravado em 2002, apresentou bons números à banda, mas é com esse que eles vêm atingindo público mundial. Embora ainda tenham uma projeção pequena, já vale guardar esse álbum e marcá-lo como uma aposta para os próximos anos.