Duke Nukem Forever é uma piada das mais sem graças. Pronto. Eu disse.
Talvez eu nem devesse opinar tanto sobre o mercado de jogos, uma vez que agora represento uma empresa e, para o bem ou para o mal, eu tenho que ponderar muito a minha acidez costumeira. Não gosto, mas esse é o preço do capitalismo. De qualquer forma, eu disse, com todas as letras: Duke Nukem Forever é uma bosta sem tamanho ou fedor equivalente.
Esperamos, nós, consumidores, treze anos. Foram treze anos de piadas de mau gosto (“Antes tarde Duke Nukem”??? SÉRIO???), especulações enfadonhas de especialistas imprecisos, além de acompanharmos de camarote um sem número de processos judiciais de marca, propriedade e royalties, até que a Gearbox fez o favor de bater no peito e falar “Peraí! Me dá aqui a criança que eu assumo a bronca agora”.
Treze anos…
…e nos entregam isso?
Não precisei sequer pegar o jogo completo (apesar de tê-lo feito, através do empréstimo de um amigo). Bastou baixar a demo na PSN para ver: o jogo é ruim. Visual mal feito, história fraquíssima e injustificada, saltos de dificuldade sem nenhuma razão – repito: o jogo é ruim.
Mas a notícia mais interessante me chega aos olhos hoje, pela manhã…

Em anúncio oficial divulgado hoje pela manhã, a Sony informou que já deu início à produção de Blu-ray players em território nacional. Com base instalada na Zona Franca de Manaus, a produção tem início imediato, e o modelo BDP-S360 – que economiza aproximadamente 30% no gasto de energia e oferecerecursos de download paraos extras de alguns filmes – passa a ter o preço sugerido de R$ 999,00.