DiE HaRd

Podem dizer o que tiverem vontade, mas tenho a maior cara de pau de anunciar em caixa alta:

ADORO DURO DE MATAR!

Sim, é um filme tremendamente mentiroso e forçado, com um tema bem criativo, e um problemão que foi resolvido de uma forma ainda mais mentirosa (jamais músculos poderiam deter hackers, se houvesse fidelidade à realidade).
Mas acho John McLane o máximo. O cara é o maior dos anti-heróis do cinema. Não tá nem aí para nada, faz as coisas no puro improviso e tem a manha de resolver as coisas na marra.

Digo isso porque vi a propaganda informando de que já está disponível o último número do filme (Duro de Matar 4.0), em formato de DVD e Blu-Ray.
Claro que já fiz questão de ver. Amigo é para essas coisas. Na falta de tempo de ir eu mesmo comprar o DVD, tem sempre um amigo cinéfilo que compra.
Os extras estão óóóótimos. As cenas mais mentirosas são mostradas no making of, e pode acreditar, não tem efeito especial ali. Bruce “McLane” Willis realmente fez com que um carro levantasse vôo e acertasse um helicóptero de frente, naquela parte dentro de um túnel.

O trabalho de toda a equipe foi excepcional, e os dublês foram ainda mais impressionantes.

Em entrevista à Rolling Stone desse mês (Thom Yorke do  Radiohead na capa, edição 17, fevereiro/2008), Bruce Willis disse que a produção chegou a pedir que ele maneirasse, pois a última explosão de John McLane foi causada há mais de dez anos, e que hoje, ele estava um pouco mais velho. “Que se dane!” foi a resposta do protagonista.

É, eu acho que tenho uma tendência a dar preferências à filmes com anti-heróis, ou então aos clássicos, como Rocky Balboa e Rambo IV (esse último verei em breve).
É a mesma coisa com games e com tudo o que costumo fazer. Adoro ouvir System of a Down, porque tudo em sua música é um protesto. Jogos como Devil May Cry, onde a principal figura é tão sádica e má como o vilão, me fascinam e me fazem perder longas horas só para desvendar todos os segredos.

A maior frase que posso dizer para finalizar refere-se ao DVD do filme que dá título ao post de hoje:

“Mãe, eu quero!”
(Eu tenho problema, né?)

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