Problemas técnicos

Eu sempre entendo por “problema técnico” qualquer imprevisto que lhe impeça de realizar qualquer intento previamente desejado, por menos que ele seja. Bom exemplo disso é (ou era?) o meu primeiro Playstation 2. É, o de hoje é o segundo.
Enfim, ele vivia dando “problemas técnicos”, que me impediam dejogar videogame. Depois de meses indo para, vindo da e voltando para a manutenção, decidi vendê-lo quebrado mesmo e pagar a diferença noque tenho hoje, e esse nunca me deu “problemas técnicos”.

Foi o que aconteceu hoje. Estava eu feliz e contente no metrô, seguindo
para a Vila Madalena, a convite de Ricardo Farah*.

* Nota: Ricardo Farah é editor da EGM Brasil, uma das, senão A maior revista de games do país.

No fim do caminho, depois da Estação Sumaré, mas antes da Estação Vila Madalena (a saber, túnel) tudo pára. As
luzes do vagão apagam, vem aquela sensação de “Powering Off”, a mesma de quando o motor do carro morre, e o silêncio escuro proporcionado por toneladas de concreto sem iluminação que me separavam, a grosso modo, da civilização.

Enfim, tal qual um elevador da TIVIT, tudo parou. POR MAIS DE DEZ
MINUTOS!
Eu não tenho medo dessas coisas. Não mesmo. Nada disso me assusta. Mas meu
MP4 tá quebrado, e se tem alguma coisa que me deixa muuuuito puto da vida é
tédio!
O ponto alto da minha odisséia urbana se deu no exato momento em que o alto
falante disse que “o metrô parou por problemas técnicos”. Tá, acho que depois de uns cinco minutos parados, os avisos seriam inúteis, mas quem sou eu para impedir alguém de fazer o seu trabalho?

Foi aí que minha fértil imaginação viajou, e comecei a ponderar sobre as ironias
de certas bobagens que a gente escuta, lê, fala, etc.
Tipo, quando o busão quebra, o cobrador pede para todos descerem porque
“deu problema no carro”. Essas e outras pérolas da vida cotidiana me fazem pensar coisas como “Jura, meu? E eu apostando que o carro parou porque tava tudo bem!”.

Bom, correu tudo bem. Assim que o metrô voltou a funcionar, cheguei na
estação e fui até a redação da EGM. Falei com o Farah em tempo.
O que foi falado? Aaaaah, ficou curioso, é? AZAR O SEU!

Só alguns seletos (namorada, mamãe) têm o direito de saber…

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