Crítica – Jumper

Tá legal, eu sei que eu atrasei, e não preciso disso agora (acordei vomitando horrores), e por isso farei dois posts hoje.

Bom, vamos lá: JUMPER.

Não espere se empolgar tanto quanto o trailer parece ser. Não passa daquilo. Pode acreditar: os produtores tiveram a pachorra de pegar as melhores cenas do filme inteiro e jogar no trailer, compilar tudo para parecer que tem algum sentido de linearidade e foi isso.

O filme é bom, mas é mal-explicado, mal-feito, mal-pensado. Ninguém entende em primeiro lugar o raio do motivo dos caras terem o poder de ir a qualquer lugar do mundo dando algo que se assemelhe à um pulo (ou um peido). Ninguém entende o porque deles serem caçados pelos tais Paladinos e ninguém sabe porque Hayden “Skywalker” Christensen conseguiu se teleportar junto de um apartamento inteiro para as profundezas do oceano, sendo que estava amarrado e levando choque, o que deveria impedí-lo de usar seu poder.

E alguém me faz a gentileza de explicar como, em um filme que anseia ser um blockcuster, a produção permite que o Jumper coadjuvante seja mais legal, mais interessante e mais anti-herói do que o Jumper protagonista??? Isso tanto é verdade que existe um jogo chamado Jumper: Griffin’s Story, para PS2. Griffin, para quem ainda não entendeu, é o Jumper coadjuvante.

Enfim, é bom, mas não passa de uma sessão pipoca para domingo à tarde ou Sessão da Tarde no dia de folga. Não acho que vale gastar a nota que o Cinemark cobra pelo ingresso. Mais prático é esperar chegar o DVD na locadora.

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