A Saga da Cafeteira – Part Uno

Demorei, não? É. Teve um evento aí que acabou mantendo minhas mãos ocupadas. A presença de um certo finlandês que criou um certo sistema operacional de código aberto me deu muito trabalho, conforme noticiado aqui, aqui, aqui, aqui, e numa renca de cantos da internet.

Enfim, virei assessor de imprensa. É, isso resume bem minha ausência nos últimos meses, embora eu não me importe muito com isso. E você, se importa?

Que cores! Que curvas! Que BOTÕES!

Bom, a única coisa que parece me importar nesse momento é a máquina de café aí ao lado. Ela se encontra dentro dos escritórios da Burson-Marsteller, no que os colegas de trabalho – tutto buona genti, vale citar – chamam de “sala de convivência”, mas que pode ser entendido como “cantinho para coçar e enrolar seu trampo um pouquinho”.

Enfim…

Hoje, depois de aproximadas quatro semanas desde meu ingresso à dita empresa, não sei porque caralhos raios decidi contar quantos copos (é, “copos”: um cara grande exige uma medida de consumo grande, pô!) de substância preta, cafeinada, de consistência similar ao piche, eu venho consumindo diariamente…

Eu sinceramente acho que estou com problemas…

Ao final do expediente de hoje, ou, se você preferir, quatorze copos distribuídos em três cafés cariocas, sete capuccinos e quatro chocolates quentes, lembrei-me de um amigo me dizendo que estudos indicam ser altamente prejudiciais as medidas de café acima dos 100ml/dia. O problema é que o objeto da foto é tão tentador que ninguém deixa de ultrapassar esse limite na Burson, então, quando disse “estou” com problemas, seria mais sensato ter dito “estamos”.

Não que eu esteja preocupado com eventuais rombos no meu estômago, afinal, eu tô velho demais pra essa merda toda. Mas não posso deixar de notar que estou meio viciado naquele capuccino (nem deixo de notar que não farei o mínimo esforço para me desintoxicar).

Acho que a tendência agora é aumentar, really, já que um certo jornalista fez o favor de twittar uma informação aí, altamente relevante ao mundo gamer (valeu, Théo!), e como a gringaiada de uma certa produtora japonesa apaixonada por cobras sólidas troca e-mails todo santo dia com a equipe da qual faço parte, espere por mais posts mais ou menos nesse horário. Culpe a cafeína: she is the devil, I tell you!

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1 comentário

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