Vortei!

AEW! Bora afinar essa budega!

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Sobre aquilo lá, com aquela loja lá…

Então…quem me segue nas redes sociais deve ter percebido: quebrei o pau com a UZ Games. O motivo foi o fato de a pré-venda de Assassins Creed III estar prometida apenas para o dia 11/11, sendo que tenho dois amigos que me reportaram ter comprado a mesma pré-venda em uma grande magazine e já estavam com o produto em mãos. O tweet da minha reclamação foi esse aí embaixo:

Daí a UZ Games me disse, via Twitter mesmo, que levantaria meu caso e averiguaria o ocorrido. Até aí, tudo bem.

O problema foi quando, sem eu “treplicar” a resposta, eles me mandam isso:

Agora, a porra ficou séria:

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Qual o tamanho do estrago da desinformação?

José Mentor (PT-SP), autor de projeto de Lei que visa banir o MMA

Pensa rápido: até onde vai o estrago causado pela desinformação de quem manda?

Essa é a pergunta que me fiz quando li aqui que deputado José Mentor, do PT de São Paulo (é, aquele da CPI do Banestado), autora um projeto de Lei que visa proibir exibições de “lutas não olímpicas consideradas violentas”, com punição de 150 mil reais para as emissoras – abertas ou fechadas – que descumprirem a norma e possível cassação à concessão de funcionamento (sair do ar, no bom pt-br).

Eu não preciso ser praticante do MMA pra dizer o quão boçal é o PL, uma vez que ele é fruto da mente de um homem que viu as duas únicas lutas exibidas pela Globo e comparou-as à “rinha de galo” (sério? RINHA DE GALO?). E é justamente nesse ponto que quero chegar com a pergunta que abre o texto: qual é o tamanho do estrago causado pela desinformação de quem manda?

Para me ajudar a responder à pergunta, chamei o jornalista d’O Globo, Gustavo “Guga” Noblat, que é um entusiasta do MMA como eu. Já adianto: o post vai ser meio grande.

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O dia em que o iG me citou por causa de um terno de camurça

Tipo isso aí, ó...

Opa, tudo bom? Como anda a vida? A minha tá razoável – acho que tô com gripe e tal…é a vida.

Enfim…

Hoje o papo é meio curto porque o bicho tá pegando na redação, então vamos lá:

1) Sim, eu mudei o layout. Do blog, digo. Na verdade, fiz isso já tem um tempinho aí…mas tô fuçando nele conforme me dá na telha pois tenho coisa melhor pra fazer com a minha vida tenho tempo. Eu queria trocar o header ali…o que seria legal de botar ali, hein?

2) Atualizei a página da minha descrição. Já tem um tempo desde que deixei a assessoria da Konami e voltei à imprensa. Vai clicando por lá que você descobre em que pastos verdejantes estou…pastando 🙂

3) Os caras do ArenaIG querem me tornar famoso: cê viu o Games on The Rocks, o podcast dos caras? Sou citado brevemente em minha epopeia do meu paletó de camurça. É, eu usei um. Vai lá ver o que os caras acharam – adianta pra uns 30 e poucos minutos, logo quando eles começam a baixar o acete em NeverDead. E sim, Caio: dormir com aquela porra é horrível – que dirá ficar bêbado feito um gambá com aquilo.

Acho que é isso…agora vou trabalhar que esse blog não paga as minhas contas. Falô, hein?

Sua TV tem mais de 55”? Então assista-a sozinho!

Tem uma TV com mais de 55”? Hoje é noite de UFC? Está com o fone na mão para convocar a galera para “aquela” reunião, com petiscos e cerveja?

Seu criminoso detestável do caralho…
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“Deixa de ser babaca, Carlos Nascimento” (ou “A caretice nem sempre nos favorece”)

Eu costumo respeitar o jornalismo opinativo. Tem algo nele que destoa dos demais formatos, justamente por mostrar que o repórter, antes de ser o veículo de informação das massas, é humano e tem predileções e vontades. Daí a razão para eu, costumeiramente porém não exclusivamente, dar preferência ao Jornal do SBT. O âncora Carlos Nascimento quase sempre exibe comentários pertinentes em relação aos temas do dia.

Quase…

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Sobre uma pedra, uma banda ruim e você…

Pe Lanza (Crédito: Toda Teen Online / Reprodução)

Você sabe qual é a graça de se fazer uma piada? Compreende qual é a magia de fazer alguém rir simplesmente por você falar uma frase?

O segredo de um gracejo é mantê-lo no universo a que ele pertence – uma piada. Por exemplo, eu sempre quis que o Restart acabasse. Detesto como as músicas deles são plastificadas. Detesto as roupas coloridas que eles usam. Detesto como eles nunca assumem que usam, mas sempre dependem do playback em seus shows. Detesto essa filosofia vã e completamente inexistente de happy rock que eles professam. Honestamente, o fim da “banda”, para mim, seria um sinal de que Deus existe e que Ele me ouve.

Mas torcer por algo não significa que eu vá fazer algo. Torço pelo fim do Restart assim como torço pro Corinthians levar um título da Libertadores – algo que, a despeito de não ser fanático por futebol, me faz falta nas chacotas de sãopaulinos afeminados ou palmeirenses – esses sim, agora sem estádio. É apenas a expressão de uma vontade insipiente e atrelada à minha personalidade.

E então vejo isso…


Adiante. Até mais ou menos 3:09. Notou como Pe Lanza (à esquerda, com voz aguda), recua do microfone e, eventualmente, tira até a guitarra? Bom, isso se deu porque o “vocalista” levou uma pedrada no meio das córneas. É, isso mesmo: algum boçal sem o menor respeito pelo trabalho dos outros – bom ou ruim – decidiu que seria divertido atirar uma pedra na cara de alguém, independente do risco de dano que poderia ser causado a essa pessoa (às fãs histéricas, relaxem, ok? O próprio “músico” já confirmou via Twitter que só precisou levar um ponto) – simplesmente pelo seu espírito de porco tê-lo induzido a fazer de uma piada um projeto de reality show. O resultado foi esse aqui, ó (crédito: Luciana Oliveira, fã, via Facebook).

Mas olha só o motivo que o leva ao erro, meu caro idiota:

1) Independente de você ter atirado a pedra, você ainda PAGOU para assistir ao show do Restart
2) Independente da pedra tê-lo acertado, ele ainda continuou o show – e deu uma lição de moral ao seu algoz (ver fim do vídeo)
3) Ele saiu e foi pro hospital se tratar. Você saiu e foi se gabar de uma maluquice, arriscando-se a apanhar da segurança ou, pior, encarar a histeria de fãs twitteiras, que certamente julgam isso uma “puta falta de sacanagem” (elas podem estar mais perto do que você imagina)
4) Sim, Restart é um lixo, mas ao menos os meninos estão trabalhando e se deram bem (o que nos leva de volta ao motivo “1”, já que você está sustentando eles com o dinheiro que gastou no show)

“Ah, Arbulão! Vai dizer que tú nunca tirou um sarro do Restart”?

Porra, e como tirei. Tiro até hoje. E continuarei tirando. Sim, brinquei com amigos tão ou mais metaleiros do que eu que o carinho deveria ser mais forte: que ao invés de uma pedra o correto era jogar um tijolo/cadeira/bloco de concreto/garrafa de vidro/cocô. Mas a questão é que isso não passa de piada. Uma piada, diga-se de passagem, que você, seja lá quem for, acabou de estragar. Agora nem tem mais graça…