Vortei!

AEW! Bora afinar essa budega!

Anúncios

Sobre aquilo lá, com aquela loja lá…

Então…quem me segue nas redes sociais deve ter percebido: quebrei o pau com a UZ Games. O motivo foi o fato de a pré-venda de Assassins Creed III estar prometida apenas para o dia 11/11, sendo que tenho dois amigos que me reportaram ter comprado a mesma pré-venda em uma grande magazine e já estavam com o produto em mãos. O tweet da minha reclamação foi esse aí embaixo:

Daí a UZ Games me disse, via Twitter mesmo, que levantaria meu caso e averiguaria o ocorrido. Até aí, tudo bem.

O problema foi quando, sem eu “treplicar” a resposta, eles me mandam isso:

Agora, a porra ficou séria:

Continuar lendo

Novos novos projetos

Rá! Ideias, ideias, ideias! TODOS AGUARDA!

Lembram do The Gamer? Pois é…eu AINDA estou querendo desenvolver o site…o que explica o fato de eu não ter um site/blog pronto, apesar de manter o domínio dele sob minha propriedade por mais uns anos aí…

A novidade é que eu, sacripantas descuidado e teimoso como sou, já matutei mais uns dois sites/blogs que quero levantar. Nestes dois novos casos, que ainda não falo quais serão apesar de uns três ou quatro gatos pingados já saberem do que se tratam, a coisa é um pouco diferente: enquanto o The Gamer é um projeto para se ganhar dinheiro, porém nascido de uma óbvia paixão minha, esses outros dois são nascidos de…duas óbvias paixões minhas 🙂

Tá, tá: a diferença é que pra esses dois eu tô pensando no desenvolvimento por um lado mais empreendedor. Não é só “montar um blog sobre XXXX e escrever”. Eu tô pensando em parcerias potenciais, linha editorial, formato, como divulgar e distribuir conteúdo exclusivo etc. A ideia é fugir do padrão atual, que, pra mim, já não funciona mais.

Enfim, isso explica minha ausência do Arbuladas. Inclusive, o próprio Arbuladas pode virar algo dentro desses projetos…who knows?

Stay tuned, people!

O dia em que o iG me citou por causa de um terno de camurça

Tipo isso aí, ó...

Opa, tudo bom? Como anda a vida? A minha tá razoável – acho que tô com gripe e tal…é a vida.

Enfim…

Hoje o papo é meio curto porque o bicho tá pegando na redação, então vamos lá:

1) Sim, eu mudei o layout. Do blog, digo. Na verdade, fiz isso já tem um tempinho aí…mas tô fuçando nele conforme me dá na telha pois tenho coisa melhor pra fazer com a minha vida tenho tempo. Eu queria trocar o header ali…o que seria legal de botar ali, hein?

2) Atualizei a página da minha descrição. Já tem um tempo desde que deixei a assessoria da Konami e voltei à imprensa. Vai clicando por lá que você descobre em que pastos verdejantes estou…pastando 🙂

3) Os caras do ArenaIG querem me tornar famoso: cê viu o Games on The Rocks, o podcast dos caras? Sou citado brevemente em minha epopeia do meu paletó de camurça. É, eu usei um. Vai lá ver o que os caras acharam – adianta pra uns 30 e poucos minutos, logo quando eles começam a baixar o acete em NeverDead. E sim, Caio: dormir com aquela porra é horrível – que dirá ficar bêbado feito um gambá com aquilo.

Acho que é isso…agora vou trabalhar que esse blog não paga as minhas contas. Falô, hein?

Por que ‘I Am Alive’ pode ser o meu jogo de 2012

I Am Alive - Créditos: UbiSoft

I Am Alive - Créditos: UbiSoft

Meus amigos, por vezes, me acham chato para tratar sobre videogames. É irônico, se você parar para pensar, uma vez que eu vivo disso e, teoricamente, sou a fonte de informação deles para qualquer coisa no ramo. Mas eles raramente estão jogando comigo porque 1) não curto jogar online e 2) não curto jogar online os jogos “da moda”. Em outras palavras, por mais que eu admire, digamos, a Konami (exemplo óbvio pra quem conhece meu currículo), você dificilmente me verá batalhando por pontos em “peladas virtuais”. Não. Minha pegada com os jogos eletrônicos é outra: eu gosto daquilo que te faz pensar, que te obriga a exercitar a massa cinzenta e desenvolver táticas de progresso incomuns.

Por exemplo, eu sempre gostei de Final Fantasy por ter que criar estratégias de combate em turnos on the go – literalmente improvisando à medida que as situações escalassem. Daí, Final Fantasy XIII instituiu o recurso “Auto Battle” e eu fiquei emputecido, já que todo o conceito de estratégia foi às favas, trocado por um simples “aperte-o-X-freneticamente-e-tudo-fica-bem”. Essa mesma cisma com o uso do intelecto nos games também vale para os jogos mais simplistas: um shooter simples como Crysis 2 demanda de certa estratégia para transpor obstáculos, enquanto Battlefield e Modern Warfare punem o jogador mais incauto (tipo aqueles com complexo de Rambo – “sai correndo e atira em tudo que se mexe”) com uma inteligência artificial tenaz, que contra-ataca os pontos fracos do estilo de jogo.

Daí entra em cena I Am Alive

Continuar lendo